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sexta-feira, 10 de julho de 2009
BOVESPA FECHA COM LIGEIRA ALTA DE 0,09%, AOS 49.220,78 PONTOS, MAS CAI 3,36% NA SEMANA
BOVESPA FECHA COM LIGEIRA ALTA DE 0,09%, AOS 49.220,78 PONTOS, MAS CAI 3,36% NA SEMANA
PETROBRAS ESCLARECE SOBRE POÇO SECO NA ÁREA DO PRÉ-SAL
PETROBRAS ESCLARECE SOBRE POÇO SECO NA ÁREA DO PRÉ-SAL
São Paulo, 10 - A Petrobras esclareceu em comunicado que o Bloco BM-S-22 localizado na Bacia de Santos, onde a norte-americana Hess Corporation confirmou um poço seco na área, é operado pelo consórcio formado pela Exxon Mobil (40% - operadora), Hess Corporation (40%) e Petrobras (20%). Assim, segundo o contrato de concessão,somente o operador da área pode comunicar eventos, tais como resultado de perfuração de poços, ao ente regulador, assim como ao mercado em geral.
Desta forma, segundo a estatal, como o consórcio comunicou a ANP, através do operador, a conclusão da perfuração do segundo poço na área do BM-S-22, e como não foi detectado indícios de óleo, não se torna necessário o envio de nenhuma comunicação adicional à ANP, conforme determina a legislação vigente e nem ao mercado. Além disso, a companhia vem informando ao mercado de forma recorrente a impossibilidade de se pronunciar sobre os blocos operados por outras empresas.
A Petrobras destacou que em toda atividade exploratória do petróleo existe o risco de o poço ser seco (não se encontrar hidrocarbonetos em quantidade adequada à comercialização), segundo esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Um poço seco, portanto, é algo recorrente da indústria do petróleo e não fato extraordinário. Adicionalmente, o resultado de um poço seco não torna conclusiva a comercialidade do bloco", ressalta a empresa no documento.
A empresa ainda observa que, no caso do pré-sal, segundo informações amplamente divulgadas pela companhia, os seis blocos operados pela estatal na Bacia de Santos apresentaram índice de sucesso de 100%. E que é entendimento da Petrobras que são improváveis as ocorrências de poços secos, fora dos padrões normais da indústria de petróleo, nessa área do pré-sal da Bacia de Santos, devido ao conhecimento dos modelos geológicos, da quantidade de dados sísmicos e do número de poços já perfurados com sucesso.
Sobre o comportamento das ações após a veiculação da notícia do poço seco na imprensa, a estatal diz que este está relacionado a diversos fatores, tais como desempenho da economia brasileira e mundial, taxa de câmbio, desempenho operacional e financeiro da empresa, dentre tantos outros. Ademais como empresa do setor de óleo, a oscilação do preço das ações da Petrobras está altamente correlacionada com os movimentos dos preços do petróleo no mercado internacional, que vêm apresentando acentuada volatilidade.(Equipe AE)
São Paulo, 10 - A Petrobras esclareceu em comunicado que o Bloco BM-S-22 localizado na Bacia de Santos, onde a norte-americana Hess Corporation confirmou um poço seco na área, é operado pelo consórcio formado pela Exxon Mobil (40% - operadora), Hess Corporation (40%) e Petrobras (20%). Assim, segundo o contrato de concessão,somente o operador da área pode comunicar eventos, tais como resultado de perfuração de poços, ao ente regulador, assim como ao mercado em geral.
Desta forma, segundo a estatal, como o consórcio comunicou a ANP, através do operador, a conclusão da perfuração do segundo poço na área do BM-S-22, e como não foi detectado indícios de óleo, não se torna necessário o envio de nenhuma comunicação adicional à ANP, conforme determina a legislação vigente e nem ao mercado. Além disso, a companhia vem informando ao mercado de forma recorrente a impossibilidade de se pronunciar sobre os blocos operados por outras empresas.
A Petrobras destacou que em toda atividade exploratória do petróleo existe o risco de o poço ser seco (não se encontrar hidrocarbonetos em quantidade adequada à comercialização), segundo esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Um poço seco, portanto, é algo recorrente da indústria do petróleo e não fato extraordinário. Adicionalmente, o resultado de um poço seco não torna conclusiva a comercialidade do bloco", ressalta a empresa no documento.
A empresa ainda observa que, no caso do pré-sal, segundo informações amplamente divulgadas pela companhia, os seis blocos operados pela estatal na Bacia de Santos apresentaram índice de sucesso de 100%. E que é entendimento da Petrobras que são improváveis as ocorrências de poços secos, fora dos padrões normais da indústria de petróleo, nessa área do pré-sal da Bacia de Santos, devido ao conhecimento dos modelos geológicos, da quantidade de dados sísmicos e do número de poços já perfurados com sucesso.
Sobre o comportamento das ações após a veiculação da notícia do poço seco na imprensa, a estatal diz que este está relacionado a diversos fatores, tais como desempenho da economia brasileira e mundial, taxa de câmbio, desempenho operacional e financeiro da empresa, dentre tantos outros. Ademais como empresa do setor de óleo, a oscilação do preço das ações da Petrobras está altamente correlacionada com os movimentos dos preços do petróleo no mercado internacional, que vêm apresentando acentuada volatilidade.(Equipe AE)
PETROBRAS: UBS PACTUAL ELEVA RECOMENDAÇÃO DE NEUTRO PARA "COMPRA"
PETROBRAS: UBS PACTUAL ELEVA RECOMENDAÇÃO DE NEUTRO PARA "COMPRA"
São Paulo, 10 - O UBS Pactual elevou a recomendação para as ações e ADRs da Petrobras de "neutro" para "compra", diante da melhora das perspectivas para os preços do petróleo, com novo preço-alvo de R$ 45,00/PN, ante R$ 32,75/ação anteriormente. Em relatório de hoje, a instituição financeira informa ainda que elevou o lucro por ADR projetado para 2009 em 28%, para US$ 3,32, e em 39% o projetado para 2010, para US$ 3,38. "As novas projeções vêm na esteira da melhora na estimativa do UBS Pactual para os preços do petróleo para US$ 58,40 por barril em 2009 e US$ 69,00 por barril em 2010", justifica.
O UBS lembra que, em abril, havia reduzido sua recomendação para as ações da estatal para "neutro", diante da redução nas projeções para a cotação do óleo em 2009. "O petróleo mostrou performance superior ao esperado e desencadeou uma melhora no sentimento dos investidores", aponta.
O UBS destaca ainda que, nos últimos dois meses, as ações da Petrobras experimentaram desempenho fraco relativamente ao mercado brasileiro e apenas uma performance "em linha" com suas pares internacionais. Além disso, a perspectiva para os resultados do segundo trimestre é mais benigna.(Stella Fontes)
São Paulo, 10 - O UBS Pactual elevou a recomendação para as ações e ADRs da Petrobras de "neutro" para "compra", diante da melhora das perspectivas para os preços do petróleo, com novo preço-alvo de R$ 45,00/PN, ante R$ 32,75/ação anteriormente. Em relatório de hoje, a instituição financeira informa ainda que elevou o lucro por ADR projetado para 2009 em 28%, para US$ 3,32, e em 39% o projetado para 2010, para US$ 3,38. "As novas projeções vêm na esteira da melhora na estimativa do UBS Pactual para os preços do petróleo para US$ 58,40 por barril em 2009 e US$ 69,00 por barril em 2010", justifica.
O UBS lembra que, em abril, havia reduzido sua recomendação para as ações da estatal para "neutro", diante da redução nas projeções para a cotação do óleo em 2009. "O petróleo mostrou performance superior ao esperado e desencadeou uma melhora no sentimento dos investidores", aponta.
O UBS destaca ainda que, nos últimos dois meses, as ações da Petrobras experimentaram desempenho fraco relativamente ao mercado brasileiro e apenas uma performance "em linha" com suas pares internacionais. Além disso, a perspectiva para os resultados do segundo trimestre é mais benigna.(Stella Fontes)
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