sexta-feira, 6 de novembro de 2009

EXTERIOR TITUBEIA ANTES DE DESEMPREGO NOS EUA, TEMENDO TAXA DE 10%

EXTERIOR TITUBEIA ANTES DE DESEMPREGO NOS EUA, TEMENDO TAXA DE 10%

Londres, 6 - Todos os holofotes estão voltados hoje para o relatório sobre o mercado de trabalho nos EUA e, até a divulgação, os mercados internacionais devem mostrar pouca oscilação, com os investidores evitando fazer grandes apostas antes de conhecer os números. As bolsas europeias tentam se sustentar em leve alta, ajudadas pelo bom desempenho das ações da British Airways, Royal Bank of Scotland e Hannover Re, enquanto o dólar exibe leve baixa frente ao euro.

O consenso das estimativas dos economistas consultados pela Dow Jones aponta para perda de 175 mil vagas em outubro, depois da redução de 263 mil postos de trabalho em setembro. Para a taxa de desemprego, a previsão é de aumento para 9,9%, de 9,8% no mês anterior. Os dados serão divulgados às 11h30 (de Brasília).

"Há temores de que a taxa de desemprego possa atingir o nível de 10% pela primeira vez desde 1983", afirmou Rob Carnell, economista-chefe do ING Wholesale Banking.

Embora os dados sobre o Produto Interno Bruto dos EUA na semana passada tenham mostrado que a maior economia mundial voltou a registrar crescimento no terceiro trimestre, o desemprego ainda está em nível bastante elevado. Na opinião de Tom Salmon, operador da Spreadex Limited, "a não ser que os números de emprego comecem a melhorar, os investidores vão considerar qualquer crescimento como artificial,devido ao estímulo do governo, e quando o estímulo for retirado, a probabilidade de um declínio vai aumentar".

A questão sobre as medidas de estímulo dos EUA e de outros governos e como ficará a recuperação das economias quando elas forem retiradas deve se manter no foco dos investidores, especialmente diante do encontro de ministros de Finanças do G-20, que começa hoje, na Escócia. "O momento e os métodos para reverter os estímulos provavelmente serão um ponto de foco", disseram analistas do Standard Chartered.

Ao longo da semana que termina hoje, os mercados também acompanharam as reuniões de importantes bancos centrais, em busca de sinais sobre quando as medidas adotadas por essas instituições seriam retiradas. Segundo analistas, a mensagem extraída das reuniões de política monetária do Federal Reserve, Banco da Inglaterra e Banco Central Europeu, é de que as principais autoridades monetárias não começaram a
remover as provisões extraordinárias de liquidez - no caso do BOE, houve até aumento no programa de afrouxamento quantitativo.

Na contramão, o Reserve Bank da Austrália, o primeiro banco central do G-20 a subir o juro desde o início da crise, revisou hoje em alta suas previsões de médio prazo para inflação e crescimento e disse que mais retirada gradual do estímulo provavelmente será necessária. A previsão para o crescimento agora é de 3,25% no quarto trimestre de 2010, ante projeção anterior de 2,25%, e inflação de 2,25% no final de 2010, de previsão anterior de 2,0%.

"O ponto central é que a liquidez continua ampla, o que encoraja um comportamento de busca por risco", afirmaram analistas do Brown Brothers Harriman.

Por enquanto, porém, o apetite por risco continua contido, já que prevalece a cautela antes do payroll. Às 8h10 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,17%, enquanto Paris recuava 0,09% e Frankfurt cedia 0,02%. O futuro Nasdaq 100 tinha leve alta de 0,23% e o S&P 500 subia 0,04%.

As ações do setor financeiro estão em destaque de alta na Europa, com ganhos de 3,6% da resseguradora Hannover Re. A empresa informou ter passado para lucro líquido no terceiro trimestre de 159,4 milhões de euros (US$ 237 milhões), de prejuízo de 395 milhões de euros um ano antes. O executivo-chefe, Ulrich Wallin, disse que a empresa elevou a meta de lucro em 2009 para ao menos 5,75 euros por ação, de meta anterior de 5 euros por ação.

Entre os bancos, os papéis do Royal Bank of Scotland ganhavam 5,7%, depois que o banco informou que os ajustes contábeis caíram no terceiro trimestre em relação ao segundo, e com ajuda de uma estabilização na margem líquida de juros, o prejuízo operacional diminuiu para 1,53 bilhão de libras, de 3,53 bilhão de libras no segundo trimestre.

Também com resultado divulgado, as ações da British Airways saltavam 6,7%. O prejuízo após impostos aumentou para 208 milhões de libras nos seis meses até 30 de setembro, de 42 milhões de libras um ano antes, após queda na receita de 13,7%, para 4,1 bilhões de libras. Foi o pior resultado no primeiro semestre fiscal na história da empresa. Mas os volumes de tráfego e o RASK (receita por assento-quilômetro) se estabilizaram em comparação a uma base bastante baixa, disse a companhia aérea, que planeja cortar mais 3 mil empregos até o final do ano. Segundo analistas, o mercado gostou das contínuas iniciativas de cortes de custos.

No mercado de câmbio, os investidores se mostram receosos antes do payroll. Às 8h26 (de Brasília), o euro subia 0,11%, para US$ 1,4894, a libra cedia 0,08%, a US$ 1,6593, e o dólar perdia 0,19%, a 90,53 ienes.

O estrategista sênior de câmbio do BNY Mellon, Michael Woolfolk, acredita que se os números do payroll vierem em linha com o previsto, o euro pode se aproximar de US$ 1,50. Mas se a taxa de desemprego atingir 10%, o impacto psicológico desse nível pode assustar os investidores, potencialmente causando queda nas bolsas e nos ativos de maior rendimento e risco, como o euro e as moedas commodities, acrescentou ele.

Entre as commodities, o petróleo para dezembro subia 0,58% na Nymex eletrônica, para US$ 80,08 por barril. As informações são da Dow Jones. (Nathália Ferreira)

BOLSAS: XANGAI FECHA EM ALTA DE 0,28%

BOLSAS: XANGAI FECHA EM ALTA DE 0,28%

BOLSAS: TÓQUIO FECHA EM ALTA DE 0,74%

BOLSAS: TÓQUIO FECHA EM ALTA DE 0,74%

EUA: PAYROLL DE OUTUBRO SAI ÀS 11H30; PREVISÃO É -175 MIL

EUA: PAYROLL DE OUTUBRO SAI ÀS 11H30; PREVISÃO É -175 MIL

COBRE PARA DEZEMBRO SOBE 1,32% A US$ 2,9960 POR LIBRA PESO

COBRE PARA DEZEMBRO SOBE 1,32% A US$ 2,9960 POR LIBRA PESO

PETRÓLEO WTI SOBE 0,68% A U$ 80,16 O BARRIL NA NYMEX ELETRÔNICA

PETRÓLEO WTI SOBE 0,68% A U$ 80,16 O BARRIL NA NYMEX ELETRÔNICA

LONDRES SOBE 0,27%; FRANKFURT AVANÇA 0,27%; PARIS GANHA 0,27%

LONDRES SOBE 0,27%; FRANKFURT AVANÇA 0,27%; PARIS GANHA 0,27%

FUTURO S&P 500 EM ALTA DE 0,22%; NASDAQ-100 AVANÇA 0,23%

FUTURO S&P 500 EM ALTA DE 0,22%; NASDAQ-100 AVANÇA 0,23%

BDM: PAYROLL NOS EUA E NOVAS MEDIDAS CAMBIAIS AQUI ESTÃO NO FOCO

BDM: PAYROLL NOS EUA E NOVAS MEDIDAS CAMBIAIS AQUI ESTÃO NO FOCO

São Paulo, 6 - Sai às 11h30 (de Brasília) o PAYROLL de outubro, nos EUA. Na véspera dos dados, o mercado em NY operou confiante nesta quinta-feira, acreditando num declínio menor das demissões, depois que o balanço semanal do auxílio-desemprego mostrou forte recuo no número de novos pedidos do seguro. A média das previsões para o PAYROLL de analistas consultados pela DJ é de queda de 175 mil vagas (de 263 cortes em setembro), enquanto a taxa de desemprego deve continuar subindo, de 9,8% a 9,9%.

BOM DIA MERCADO

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NY: AÇÕES AVANÇAM E DOW JONES FECHA ACIMA DE 10 MIL PONTOS

NY: AÇÕES AVANÇAM E DOW JONES FECHA ACIMA DE 10 MIL PONTOS

Nova York, 5 - Os principais índices acionários dos EUA fecharam em alta, após dados mostrarem que o número de norte-americanos que solicitaram pela primeira vez o auxílio-desemprego caiu ao menor nível dos últimos 10 meses, um dia antes de um aguardado relatório do governo sobre o mercado de trabalho do país.

O Dow Jones subiu 203,82 pontos, ou 2,08%, para 10.005,56 pontos, registrando seu maior avanço em termos de pontos desde 15 de julho. Esta também foi a primeira vez em que o índice fechou a sessão acima de 10 mil pontos desde 26 de outubro. Entre os componentes, lideraram os ganhos American Express (+4,95%) e Walt Disney (+3,46%).

Operadores e estrategistas afirmaram que o fato de o Dow Jones ter fechado acima dos 10 mil pontos não é tão importante, visto que o índice já superou esta marca recentemente sem conseguir sustentá-la.

"É uma barreira psicológica e vai atrair alguns pequenos investidores, mas não é tão significativa para os investidores profissionais", disse Robert Pavlik, estrategista-chefe de mercado da Banyan Partners. "Estamos subindo porque os indicadores estão mostrando uma tendência positiva e eu ainda acredito que há mais potencial de alta."

O Nasdaq ganhou 49,80 pontos, ou 2,42%, para 2.105,32 pontos. As ações de tecnologia foram beneficiadas pelos comentários do executivo-chefe da Cisco Systems, John Chambers, que forneceu um prognóstico otimista para os investimentos no setor. A Cisco, que ontem divulgou um lucro do primeiro trimestre fiscal maior que o esperado pelo mercado, fechou em alta de 2,70%.

As empresas do segmento de consumo também apresentaram um forte desempenho, impulsionadas pelo aumento de 1,8% nas vendas de redes varejistas em outubro. O aumento das vendas foi mais fraco que o previsto, mas algumas redes tiveram ganho nas margens e aumentaram o lucro projetado para o terceiro trimestre. A Gap, uma das empresas incluídas neste grupo, fechou em alta de 3,5%.

Alguns operadores mostraram preocupação com o avanço acentuado das ações de empresas dependentes do grau de consumo na sessão de hoje. Embora a tendência seja de melhora no mercado de trabalho, a expectativa é que os dados previstos para amanhã mostrem uma taxa de desemprego próxima de 10% nos EUA em outubro.

"O consumidor nos EUA ficará limitado por um longo tempo", afirmou Gary Flam,gerente de carteiras de investimento da Bel Air Investment Advisors. "Mesmo se eles quiserem voltar a gastar como antes, não poderão".

O S&P 500 subiu 20,13 pontos, ou 1,92%, para 1.066,63 pontos.

Na Nyse, o volume somou 1,303 bilhão de ações negociadas, de 1,350 bilhão de ações ontem. No Nasdaq, o volume alcançou 2,068 bilhões de ações, de 2,170 bilhões de ações ontem; 2.156 ações subiram e 606 caíram. As informações são da Dow Jones. (Gustavo Nicoletta)

NASDAQ SOBE 49 PT (2,42%) E FECHA EM 2.105 PTS

NASDAQ SOBE 49 PT (2,42%) E FECHA EM 2.105 PTS

S&P-500 AVANÇA 20 PT (1,92%) E FECHA EM 1.066 PTS

S&P-500 AVANÇA 20 PT (1,92%) E FECHA EM 1.066 PTS

DOW JONES SOBE 204 PTS (2,08%) E FECHA EM 10.006 PTS

DOW JONES SOBE 204 PTS (2,08%) E FECHA EM 10.006 PTS

CAPITAL ABERTO: BRASIL FOODS ANUNCIA AUMENTO DE CAPITAL DE SUBSIDIÁRIA

CAPITAL ABERTO: BRASIL FOODS ANUNCIA AUMENTO DE CAPITAL DE SUBSIDIÁRIA

SÃO PAULO, 5 de novembro de 2009 - A administração da Brasil Foods (BRF) (PRGA3) informou hoje que foi aprovada a proposta de aumento de capital de sua subsidiária integral Avipal Nordeste, no montante de R$ 1,5 bilhão, com vistas à obtenção do equilíbrio financeiro desta companhia por intermédio do aporte dos recursos necessários para incrementar e diversificar suas atividades.

(Redação - Agência IN)


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NY: PETRÓLEO P/DEZEMBRO CAI US$ 0,78 (0,97%) E FECHA A US$ 79,62

NY: PETRÓLEO P/DEZEMBRO CAI US$ 0,78 (0,97%) E FECHA A US$ 79,62

LEILÃO DO GOVERNO PARA BIODIESEL SERÁ DIA 17/11

LEILÃO DO GOVERNO PARA BIODIESEL SERÁ DIA 17/11

São Paulo, 5 - O próximo leilão de compra de biodiesel da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) será realizado no próximo dia 17 de novembro. Este leilão contratará produto para entrega no primeiro trimestre de 2010, já contemplando a elevação para 5% da adição de biodiesel no diesel mineral, o B5. No leilão, o volume a ser ofertado será de 575 milhões de litros.

Nos últimos dois leilões, foram arrematados 460 milhões de litros de biodiesel em cada um, com preços médios respectivos de R$ 2,306 por litro (leilão de maio/09) e de R$ 2,263 por litro (leilão de agosto/09). As informações são do site da ANP. (Eduardo Magossi)

ECONOMISTAS/NY:MÃO DE OBRA BARATA DEVE FAZER EMPREGO REAGIR NOS EUA

ECONOMISTAS/NY:MÃO DE OBRA BARATA DEVE FAZER EMPREGO REAGIR NOS EUA

Nova York, 5 - Para economistas de instituições financeiras consultados em Wall Street, os dados econômicos divulgados hoje nos Estados Unidos mostram que a mão de obra no país está tão barata que aumentos mínimos na demanda final (que inclui consumo privado e público, investimento e exportações) podem conduzir rapidamente a um aumento na contratação e, portanto, a uma elevação do emprego. Para os especialistas, os números revelam que os cortes de custos implementados pelas corporações locais estão funcionando e sinalizam que o crescimento do emprego não está distante.

"Diante do declínio do custo de mão de obra e da depreciação do dólar em comparação a outras moedas nos últimos anos, as multinacionais que estão buscando instalar operações nas economias avançadas vão encontrar nos EUA o lugar mais barato para investir", argumentou o economista-chefe da First Trust Advisors, Brian Wesbury. Ele diz que é preciso olhar para cerca de 50 anos atrás para encontrar dois trimestres consecutivos em que a produtividade tenha avançado com tanta força quanto nas duas últimas divulgações do número (9,5% no terceiro trimestre do ano e 6,9% no segundo trimestre, número revisado ante a alta inicial de 6,6%).

O significado disso, acrescentou Wesbury, é que a produtividade não vai continuar a evoluir tão rapidamente. "O crescimento rápido da produtividade e a queda dos custos de mão de obra indicam que está cada vez mais lucrativo para as empresas expandir operações e aumentar as horas trabalhadas". A consequência, segundo ele, é o aumento da demanda por mão de obra, conduzindo logo mais à criação de postos de trabalho e, inevitavelmente, ao declínio da taxa de desemprego no país, atualmente em 9,8%.

Ao lado do avanço da produtividade no terceiro trimestre do ano, o Departamento de Trabalho também divulgou declínio de 5,2% do custo de mão de obra no mesmo período em comparação ao trimestre anterior. Quando o número é comparado ao terceiro trimestre de 2008, o declínio totaliza 3,6%, segundo a estimativa do governo. Este dado, em particular, chamou a atenção do economista-chefe do Nomura Securities,David Resler. Ele calculou que este foi o maior declínio em cerca de 60 anos do custo de mão de obra apurado em um intervalo de um ano (quatro trimestres). "Junto com o aumento na produtividade, o significado disso é que a mão de obra está especialmente barata", disse ele.

No curto prazo, elevados ganhos de produtividade são um obstáculo ao avanço do emprego, por denotarem que aqueles que estão empregados estão trabalhando mais e de forma mais eficiente. Mas o forte crescimento da produtividade também revela que os cortes de custo estão sendo eficientes, evidenciando que o emprego deve voltar a crescer, avaliou o economista sênior do Wells Fargo Securities, Mark Vitner. Afinal, "ganhos de produtividade que derivam mais de corte de custo do que de investimento em capital e em treinamento de pessoal são insustentáveis", observou.

O economista-chefe da consultoria norte-americana IHS Global Insight, Brian Bethune, dá destaque para a cadeia de benefícios decorrentes do aumento da produtividade, que favorece a lucratividade das corporações, o investimento privado e o emprego. Os números divulgados hoje, afirmou ele, são bons para a "poderosa recuperação dos lucros", conduzindo ao aumento da taxa de investimento das empresas. E, com a economia se movendo em recuperação em direção ao primeiro semestre de 2010 e a potencial expansão no segundo semestre do próximo ano, ele explicou que as corporações terão demanda represada por profissionais. (Nalu Fernandes)

BOVESPA TEM SAÍDA DE R$ 97,746 MI EM CAPITAL EXTERNO NO DIA 3

BOVESPA TEM SAÍDA DE R$ 97,746 MI EM CAPITAL EXTERNO NO DIA 3

São Paulo, 5 - A Bovespa registrou a saída de R$ 97,746 milhões em capital externo no dia 3 de novembro, resultado de compras de R$ 2,193 bilhões e vendas de R$ 2,291 bilhões. Nesta data, primeiro dia útil do mês, o Ibovespa subiu 1,78%, fechando aos 62.643,23 pontos.

O movimento de retirada se mantém pelo décimo pregão consecutivo. Com isso, no acumulado do ano o saldo positivo cai para R$ 19,053 bilhões. (Fabiana Holtz)

EUA PRECISARÃO DO ETANOL DO BRASIL P/ ATENDER MANDATO, DIZ ANALISTA

EUA PRECISARÃO DO ETANOL DO BRASIL P/ ATENDER MANDATO, DIZ ANALISTA

São Paulo, 5 - Os Estados Unidos precisarão importar grandes volumes de etanol do Brasil para atender as metas de utilização de biocombustíveis avançados impostas pelo mandato criado pelo Padrão de Combustíveis Renováveis dos EUA, conhecido por RFS, da sigla em inglês. A afirmação foi feita pela analista da trading francesa Sucres et Denrees, Karim Salamon. Segundo ela, os EUA dependerão de forma expressiva do etanol brasileiro para cumprir os mandatos estabelecidos, que são de 757 milhões de litros em 2010 e 15,1 bilhões de litros em 2022.

Isto porque a definição de combustíveis renováveis avançados é de combustíveis que reduzam em pelo menos 40% a emissão de gases que provoquem o efeito estufa, o que não é o caso do etanol feito de milho. Mas o etanol feito de cana-de-açúcar, produzido no Brasil, reduz em 80% estas emissões em relação à gasolina.

Com base nesta premissa, o etanol de cana poderia se qualificar como um combustível renovável avançado, de acordo com estimativas preliminares da Agência de Proteção Ambiental americana, a EPA. O representante da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) para a América do Norte, Joel Velasco, ressalta, contudo, que este novo mandato que está sendo estabelecido pela EPA ainda não foi finalizado. "A única certeza é que, neste momento, o único combustível que cumpre a exigência de reduzir as emissões em mais de 40% é o etanol de cana brasileiro", disse Velasco.

Segundo ele, se as regras do RFS forem implementadas como se espera, o Brasil deve exportar um volume crescente de etanol aos EUA. "Para isso, é preciso que os preços de se levar álcool para os EUA compensem, mesmo com a barreira da tarifa de US$ 0,54 por galão", disse Velasco. O executivo lembra também que o Brasil tem que atender a demanda interna e também a de outros países. Para a analista da Sucres et Denrees, Karim Salamon, uma questão a ser analisada é se o Brasil terá meios de aumentar sua produção nos próximos anos para atender a demanda global que se desenha.

Com a crise financeira que afetou o setor sucroalcooleiro do Brasil, cerca de 70 projetos de novas usinas foram postergados. Quinze novas usinas devem entrar em operação na safra 2010/11 e, depois, o setor espera apenas que investimentos sejam realizados na manutenção das fábricas por no mínimo dois anos. Neste período também, o setor sucroalcooleiro está maximizando a produção de açúcar, para aproveitar os preços remuneradores do produto no mercado internacional. (Eduardo Magossi)

EUA: AMANHÃ SAEM PAYROLL, ESTOQUES/ATACADO E CRÉDITO AO CONSUMIDOR

EUA: AMANHÃ SAEM PAYROLL, ESTOQUES/ATACADO E CRÉDITO AO CONSUMIDOR

EUROPA: MINISTROS/FINANÇAS E BCS DO G-20 INICIAM ENCONTRO NESTA 6ªF

EUROPA: MINISTROS/FINANÇAS E BCS DO G-20 INICIAM ENCONTRO NESTA 6ªF

IBOVESPA FECHA EM ALTA DE 1,41%, AOS 64.815,72 PONTOS

IBOVESPA FECHA EM ALTA DE 1,41%, AOS 64.815,72 PONTOS

Análise gráfica

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China manterá políticas pró-crescimento, dizem autoridades

China manterá políticas pró-crescimento, dizem autoridades
Brasil Econômico - Por Reuters

As autoridades chinesas reafirmaram nesta quinta-feira (5) que irão manter sua política pró-crescimento, mesmo com a recuperação agora em ritmo sólido.

Guo Qingping, diretor-assistente do banco central, disse em um fórum financeiro que o BC manterá sua política monetária "apropriadamente afrouxada" e assegurará uma quantia apropriada de liquidez no sistema bancário.

Chen Dongqi, um pesquisador sênior do governo, afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) vai crescer 10,5% no ano que vem, graças em grande parte à recuperação das exportações.

As exportações devem subir 10% em 2010, afirmou Chen, vice-diretor do instituto macroeconômico da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, acrescentando que a inflação deve acelerar no ano que vem, mas ficar abaixo de 3%.

Yao Jingyuan, economista-chefe da Agência Nacional de Estatísticas, afirmou em um evento que a China precisa manter "a consistência e a estabilidade" das políticas macroeconômicas, pelo menos por enquanto.

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METAIS TÊM PEQUENA QUEDA EM LONDRES; MERCADO ESPERA BOE E BCE

METAIS TÊM PEQUENA QUEDA EM LONDRES; MERCADO ESPERA BOE E BCE

Londres, 5 - As cotações dos metais básicos registram pequena queda na London Metal Exchange (LME), com o volume de negócios menor que nas sessões anteriores, segundo corretores.

Depois de o Federal Reserve não ter alterado a taxa básica de juros da economia norte-americana, ontem, os investidores esperam, hoje, os anúncios dos bancos centrais europeu (BCE) e da Inglaterra (BOE) a respeito de suas respectivas decisões de política monetária, disse Leon Westgate, analista do Standard Bank.

Às 9h15 (de Brasília), os contratos de cobre para três meses tinham queda de 0,6%, para US$ 6.535 por tonelada na LME; os de alumínio perdiam 0,3%, para US$ 1.920 por tonelada; os de chumbo cediam 0,2%, para US$ 2.344 por tonelada e os de estanho recuavam 0,8%, para US$ 14.880 por tonelada. Os contratos de zinco seguiam estáveis em US$ 2.228/t e os de níquel subiam 0,4%, para US$ 17.920/t.

No pregão eletrônico da Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, os contratos de cobre para dezembro tinham queda de US$ 0,0245 (0,82%), para US$ 2,9685 por libra-peso, às 9h05.

Os traders dos mercados de commodities tentam avaliar se os sinais positivos recentes sobre a recuperação econômica global vão provocar uma retirada precoce dos pacotes de estímulo governamentais, comentou a corretora Sucden em seu relatório diário de mercado. Embora os Estados Unidos tenham saído da recessão, de acordo com a definição técnica usada pelos economistas, muitos estão preocupados de que a recuperação será lenta daqui para a frente. "Com o elevado nível de volatilidade nos mercados e um excedente de oferta pesando sobre a maioria dos metais, é importante um grau de cautela", disse a corretora.

Na LME, o mercado pode ficar mais volátil mais tarde, após a divulgação das decisões dos bancos centrais europeu e inglês, após as 10 horas, mas por enquanto as cotações devem ficar dentro de seus intervalos, afirmou Westgate. "Como os metais não estão sendo influenciados pelos fundamentos, será o impacto dessas decisões no câmbio que moverá os preços", avaliou.

Dados indicam que o fluxo de investimentos tem sido a força por trás da elevação dos preços no último mês. O fluxo de investimentos em produtos financeiros baseados nos mercados de commodities totalizou US$ 2,2 bilhões em outubro, calculou o Barclays Capital. Embora o volume tenha sido menor que o de setembro (US$ 3,5 bilhões), foi um dos maiores para o período. As informações são da Dow Jones. (Ana Conceição)

EFEITO LIMITADO DO IOF TRAZ EXPECTATIVA DE NOVAS MEDIDAS

EFEITO LIMITADO DO IOF TRAZ EXPECTATIVA DE NOVAS MEDIDAS


Josué Leonel, jornalista

São Paulo, 5 - O resultado do fluxo cambial de outubro confirmou a percepção inicial de que o IOF teria um efeito limitado na contenção da entrada de capitais estrangeiros. Os números mostram que o fluxo diminuiu, mas continuou relevante. Com isso, fica mantida a expectativa de que o governo e o Banco Central venham a adotar novas medidas que possam ampliar a demanda por dólares e conter a valorização do real.

O fluxo de outubro revela uma queda de 75% das entradas depois da taxação do IOF, iniciada no dia 20 de outubro. Este dado, porém, dá uma ideia inexata do verdadeiro efeito da medida. Primeiro porque a média do fluxo anterior à medida estava "inflada" pelo ingresso atípico de US$ 4,1 bilhões da oferta de ações do Santander, no dia 13. Além disso, o período "pós IOF" inclui o momento de forte volatilidade da semana passada, quando as bolsas passaram por uma importante realização de lucros. Neste cenário mais volátil, seria natural o dólar subir, como subiu em alguns momentos, e o fluxo diminuir, independente da taxação do IOF.

E, mesmo considerando-se a queda de 75% em relação ao período anterior à taxação, as entradas que restaram ainda não fazem feio. Segundo observa o repórter Fernando Nakagawa, no jornal O Estado de S.Paulo de hoje, o fluxo continuou positivo após o anúncio da taxação do capital externo, com entradas 5,9% superiores em média às de setembro e 199% superiores às de agosto.

O fato de o impacto do IOF ter sido limitado parece justificar as informações estampadas nos jornais sobre novas medidas em estudo no governo. Tanto o Estado quanto a Folha de S.Paulo trazem detalhes sobre ações que estariam em estudo para conter a apreciação do real. Entre as medidas estariam a permissão para investidores estrangeiros depositarem no exterior as garantias para aplicações nas bolsas brasileiras, emissão de títulos do Tesouro em reais no exterior, a liberação de investimentos externos pelos fundos, abertura de contas em dólar no Brasil e a autorização para bancos emitirem debêntures - as quais funcionariam como alternativa à captação de dólares no exterior.

O Banco Central já anunciou oficialmente que estudos estão sendo feitos para alterar o "marco regulatório" cambial do País, que foi construído em uma época de escassez de capitais - situação muito diferente da abundância excessiva dos dias atuais. O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse ontem, de acordo com a correspondente Nalu Fernandes, que outras medidas (além do IOF) podem ser adotadas. Barbosa, diga-se, citou o valor de R$ 2,10 como taxa de equilíbrio para o dólar e afirmou que o nível atual (no patamar de R$ 1,70)prejudica o crescimento.

As medidas citadas hoje na imprensa como possíveis têm pontos em comum. O principal é que se trata de medidas "benignas", que vão na direção de uma maior liberação do regime cambial e da conversibilidade da moeda brasileira, ao contrário do IOF, uma medida restritiva e punitiva por definição. As novas medidas, se confirmadas, teriam o objetivo de estimular a demanda pela moeda americana e desestimular ingressos, mas eliminando restrições, e não ampliando ou criando novas proibições.

Se for aplicado a estas medidas o princípio do liberalismo econômico segundo o qual o capital entra mais seguramente em mercados abertos, e não nos fechados, contudo, é de se esperar que o efeito dessas supostas novas ações também seja limitado. Afinal, os dólares têm vindo para o Brasil porque aqui o capital é bem tratado com juros bancários e lucros corporativos gordos. Se as portas de saídas ficarem ainda mais abertas com uma regulação mais liberal do câmbio, estas entradas podem até crescer,e não diminuir.

(Josué Leonel é colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado)

ABERTURA: MERCADOS REALIZAM LUCROS APÓS FED E NA VÉSPERA DO PAYROLL

ABERTURA: MERCADOS REALIZAM LUCROS APÓS FED E NA VÉSPERA DO PAYROLL

São Paulo, 5 - Novas decisões de política monetária norteiam os negócios nesta quinta-feira. Um dia depois de o Federal Reserve confirmar as expectativas dos mercados e manter tanto o nível do juro básico quanto o conteúdo do comunicado, hoje é a vez dos bancos centrais da zona do euro e da Inglaterra anunciarem seus veredictos, que também não devem trazer surpresas, elevando a volatilidade no curto prazo. Em mais um dia carregado de balanços corporativos, as bolsas internacionais operavam em baixa nesta manhã, na esteira da realização de lucros vista no fim da sessão de ontem em Wall Street, após a decisão do Fed e à espera do payroll amanhã. No mercado de moedas, as divisas europeias oscilavam em relação ao dólar, com os investidores de olho na entrevista do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, e na expectativa de que o BC inglês aumente o programa de compra de ativos. Com o Fed em stand by e a economia global se recuperando, o dólar fica cada vez mais fraco, o que impede o rali das commodities. Na Ásia, o banco central das Filipinas manteve a taxa básica de juros para depósitos em 4% pela terceira vez consecutiva, enquanto o BC da Austrália (RBA) afirmou que o estímulo fiscal do governo estava "muito grande". Na Irlanda, o BC local reduziu a taxa básica de 12% para 11% nesta quinta-feira, cinco dias após anunciar que suspenderá progressivamente as medidas de controle de capital impostas há um ano para preservar a cotação da moeda local. E a General Motors anunciou que demitirá 10 mil pessoas em suas unidades da Europa, um dia depois de desistir da venda de suas operações na região.

Dados de emprego, varejistas e balanços são destaques - Um dia antes do payroll e após a pesquisa ADP sobre emprego no setor privado norte-americano ter vindo em linha com a previsão, novos números sobre o mercado de trabalho dos EUA saem hoje. Serão anunciados os números semanais de pedidos de auxílio-desemprego, o índice de produtividade e o custo unitário da mão de obra, ambos no terceiro trimestre.
Entre os eventos corporativos, as grandes varejistas divulgam as vendas de outubro de lojas com no mínimo 12 meses de operação (conceito mesmas lojas). Os resultados devem ser beneficiados pela recuperação da economia dos EUA e também pelo tempo mais frio, que estimula as compras de roupas para o inverno. Em relação à safra de balanços, a rede de TV CBS divulga seu demonstrativo financeiro, além da companhia de seguro-saúde Cigna.

Gafisa, Gerdau e Lojas Americanas divulgam balanços - Divulgam balanços trimestrais hoje Agre, B2W, Confab, Gafisa, Gerdau, Iguatemi,Iochpe-Maxion, Lojas Americanas, Metalfrio, Metalúrgica Gerdau e Tractebel Energia.

Mercados ficam no limbo após o Fed, antes do payroll

Futuros de NY e bolsas europeias em baixa - A devolução dos ganhos no fim da sessão de ontem em Nova York pesa sobre os negócios na Europa nesta manhã. Em Wall Street, os investidores realizaram lucros após o Federal Reserve decidir manter a taxa básica de juro entre zero e 0,25%, assim como a avaliação de que a política monetária deve permanecer frouxa por um "período prolongado". Apesar de ter vindo dentro da expectativa dos analistas, o anúncio do Fed deixou os mercados no limbo, com potencial de intensificar a volatilidade no curto prazo. O setor de mineração pesava na Europa, em linha com a queda dos metais básicos em Londres. As perdas eram lideradas pela Vedanta Resources (-4,7% há instantes em Londres), após a mineradora anunciar queda de 46% no lucro líquido do primeiro semestre. Os bancos também estavam sob pressão, com o Lloyds caindo 3,2% e o RBS com -3,5%, mais cedo. No setor de consumo, a anglo-holandesa Unilever anunciou retração de 36% no lucro do terceiro trimestre e as ações reagiam em baixa de 1,2%. No lado positivo, Deutsche Telekom ganhava 2,1% em Frankfurt, depois de anunciar um crescimento de 7,2% no lucro líquido entre julho e setembro, superando as previsões. Às 8h35, o futuro do S&P 500 caía 0,12% e Nasdaq 100 futuro cedia 0,44%. Na Europa, Londres tinha baixa de 0,64%, Paris perdia 0,52% e Frankfurt tinha baixa de 0,41%.

Dólar oscila ante euro e libra; petróleo cai - À espera das decisões de política monetária do BoE e do BCE, o dólar subia ante a libra esterlina e era negociado praticamente estável em relação ao euro. Às 8h59, o euro subia 0,03%, a US$ 1,4844, enquanto a libra esterlina ganhava 0,14%, a US$ 1,6543. O dólar cedia 0,17%, a 90,21 ienes. Para um operador do Deutsche Bank, a manutenção do juro básico dos EUA e a
recuperação da economia global são negativos para o dólar, o que deve impulsionar o euro para a casa dos US$ 1,55 até o fim do ano. Diante da fraqueza da moeda norte-americana, as commodities operavam em baixa. Ainda no horário citado acima, o contrato do petróleo WTI com vencimento em dezembro perdia 0,71%, a US$ 79,83 o barril.

Bolsas de Tóquio e da Ásia fecham em baixa; Xangai sobe 0,85% - A Bolsa de Tóquio fechou em queda de 1,3%, com a venda de ações de todos os setores anulando a influência dos ganhos com os papéis da Nissan Motor e da Inpex, que subiram após a apresentação de bons resultados. Na Ásia, a Bolsa de Seul caiu 1,8%, após o governo da Coreia do Sul dizer que "não está claro" quando a recuperação econômica do país estará sustentada. As ações da Samsung, a maior fabricante de chips e aparelhos celulares, perderam 2,9% em Seul, após o ministro de Finanças do país afirmar que a produção das fábricas em outubro foi mais fraca. A Bolsa de Xangai, na China, subiu 0,85%, na quinta sessão seguida de ganhos e para o maior nível em dois meses, liderada por empresas de transportes ferroviários.

Lucro da Toyota cai 84% no 3º trimestre, mas supera previsão - Após confirmar ontem a expectativa de que sairia da Fórmula 1, a montadora Toyota anunciou hoje, após o fechamento da bolsa japonesa, uma queda de 84% no lucro líquido no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 241 milhões. Mesmo assim, o resultado superou as previsões do mercado e da própria empresa, levando a companhia a manter a projeção para o ano fiscal cheio.

GM confirma plano de 10 mil demissões em unidades europeias - O vice-presidente da General Motors, John Smith, confirmou que planeja cortar 10 mil postos de trabalho nas subsidiárias europeias Opel e Vauxhall. O anúncio acontece logo depois de a montadora norte-americana ter declarado que cancelou a venda das duas subsidiárias na Europa para a fabricante de autopeças canadense Magna. Smith não indicou que país seria mais afetado pelos cortes, mas disse que a GM pretende apresentar os detalhes "em breve". A Opel emprega 54,5 mil pessoas em toda a Europa - 25 mil delas apenas na Alemanha.

Fed agradou ao reiterar juro estável por longo período

Bovespa subiu 2,03%, bem mais do que as bolsas nos EUA - Os mercados sustentaram o bom humor ontem, após o Fomc ter ratificado as expectativas em relação ao nível das taxas de juros nos EUA e ao conteúdo de seu comunicado, sinalizando que, diante do desemprego ainda elevado e da inflação contida, planeja manter o juro em recorde de baixa por um período prolongado. A taxa dos Fed Funds foi mantida no intervalo entre zero e 0,25%, assim como não houve mudança no redesconto (0,5%).

(Equipe AE)

BOLSAS: XANGAI FECHA EM ALTA DE 0,85%

BOLSAS: XANGAI FECHA EM ALTA DE 0,85%

BOLSAS: TÓQUIO FECHA EM BAIXA DE 1,29%

BOLSAS: TÓQUIO FECHA EM BAIXA DE 1,29%